5 motivos para não deixar de assistir a série Nossa Bandeira é a Morte

Comédia romântica de piratas surpreende e já está se aproximando da segunda temporada.

Nossa Bandeira é a Morte imagem oficial da série
Divulgação

Lançada inicialmente em março de 2022, Nossa Bandeira é a Morte (Our Flag Means Death) foi um sucesso entre o público e a crítica, já garantindo uma renovação para a segunda temporada. A série original do HBO Max chegará ao catálogo norte-americano em outubro, por enquanto sem confirmação se será lançada no Brasil no mesmo período.

A princípio, Nossa Bandeira é a Morte é apenas uma comédia sobre piratas, mas, quanto mais se avança nos episódios, mais se surpreende por um possível romance entre os grandes capitães Stede Bonnet (Rhys Darby) e Barba Negra (Taika Waititi). De forma leve e natural, a série cativa o espectador e consegue criar grandes expectativas para sua continuação, que tem tudo para conquistar um prestígio ainda maior.

Separamos alguns dos principais motivos para todos darem uma chance para Nossa Bandeira é a Morte e se prepararem para a vindoura segunda temporada. Confira:

Baseada em fatos reais

Apesar de quase tudo em Nossa Bandeira é a Morte ser retratado de uma forma cômica, diversos fatores apresentados aqui foram baseados em fatos reais, a começar pelo Barba Negra, que é comumente visto em obras de ficção. O verdadeiro nome do pirata era Edward Teach e ele realmente existiu no século XVIII, sendo um dos criminosos mais famosos da Inglaterra em sua época.

Barba Negra sempre é retratado como uma figura temível, maldosa e imperdoável, mas na realidade ele não era tão cruel quanto parecia. Sua fama ficava a cargo de sua astúcia nas negociações, pois dizia-se que o capitão tinha grandes habilidades de persuasão e barganha. Foi assim que conquistou sua fama – além da sua barba, que também era marca registrada.

Stede Bonnet, conhecido como “O Pirata Cavalheiro”, também foi uma figura real. Nascido na aristocracia, Bonnet abandonou a vida de nobre para se tornar um pirata, partindo em navegações com sua própria tripulação. Registros apontam que ele não era um líder muito respeitado, o que contribuiu com seu destino de se tornar parceiro do Barba Negra, quando eventualmente se encontraram em Nassau, nas Bahamas.

Sendo assim, a história do seriado é inspirada nessa vida de pirataria entre os dois capitães, que chegaram a navegar juntos. A parte fictícia fica a cargo do romance entre ambos.

Elenco de primeira

Não é difícil reconhecer diversos rostos presentes no elenco de Nossa Bandeira é a Morte, com menções honrosas para Will Arnett, no papel de Calico Jack, e Kristian Nairn (o Hodor de Game of Thrones), como o pirata Wee John Feeney.

Contudo, o maior destaque está na dupla de protagonistas. Taika Waititi (Barba Negra) é um aclamado ator, diretor e roteirista, vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado pelo longa Jojo Rabbit, que também dirigiu. Além de atuar na série, Taika foi diretor do primeiro episódio e produtor em mais quatro.

Já Rhys Darby, o Pirata Cavalheiro, é um comediante com uma filmografia discreta, mas com papéis marcantes em tudo que já participou – com destaque para o longa Sim Senhor, em que contracenou ao lado de Jim Carrey. Acompanhar sua transição de um aristocrata que bebia pinot grigio para um pirata atrapalhado é uma experiência muito divertida.

Representatividade

Muitas obras audiovisuais abordam romances entre pessoas do mesmo sexo de forma vazia e até mesmo forçada. Esse não é o caso de Nossa Bandeira é a Morte, que constrói esse relacionamento entre os protagonistas aos poucos e de forma muito natural. Não menos importante, existem outros casais homossexuais de piratas na tripulação, algo que inclusive era extremamente comum na vida real.

A série retrata esse lado oculto da pirataria com maestria, e, não menos importante, também apresenta uma excelente consciência de gênero. Os personagens utilizam pronomes neutros e temos até um pirata não binário na tripulação: Jim (Vico Ortiz), que também é interpretado por um ator não binário. Tudo isso é posto em cena de forma muito sutil, naturalizando detalhes bem delicados.

Sem estereótipos

Nossa Bandeira é a Morte busca desconstruir basicamente tudo que conhecemos sobre piratas e até mesmo estereótipos de gênero. A maior parte do elenco é composta por homens, mas, indo além de questões relacionadas a sexualidade e identidade de gênero, temos figuras masculinas que são sensíveis e falam abertamente dos seus sentimentos.

Apesar de não serem maioria na trama, as mulheres também estão presentes aqui, e cada personagem feminina quebra velhos estereótipos de alguma forma. Todas elas são fortes, independentes e determinadas, sustentando suas personalidades e propósitos sem precisarem de nenhuma figura masculina de apoio. Na segunda temporada, podemos esperar que o elenco feminino se expanda!

Promete ser duradoura

Não existe nada mais desanimador do que dar uma chance para uma série estreante e ela mal durar uma temporada. Nossa Bandeira é a Morte conseguiu ganhar o carinho do público e promete ser uma história duradoura, então agora é o momento perfeito para colocar os episódios em dia e se preparar para a segunda temporada – que estreia no dia 5 de outubro deste ano. Além disso, rumores sobre a terceira temporada da série já andam circulando como a última da série, mas ainda não há confirmação dos produtores.

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Marco Victor
Marco Victor
Amante de filmes, séries e games, criou o Jornada Geek em 2011. Em 2012 se formou em Jornalismo pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF), e a partir de então passou a fazer cursos com foco em uma especialização em SEO. Atualmente é responsável por desenvolver conteúdos diários para o site com focos em textos originais e notícias sobre as produções em andamento. Considera Sons of Anarchy algo inesquecível ao lado de 24 Horas, Vikings e The Big Bang Theory. Espera ansioso por qualquer filme de herói, conseguindo viver em um mundo em que você possa amar Marvel e DC ao mesmo tempo.

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